Olha a cartinha que eu ganhei da Minha Princesa
Nosso primeiro ano juntas, o primeiro de uma vida inteira.
Férias, viagem, fim de ano, Natal...
Parece bom né... Mas pode ser ainda melhor se for com as pessoas que você ama.
E assim foi, nossa primeira viagem juntas, com os melhores amigos do mundo. Nosso destino: Divinolândia, interior de São Paulo, próximo a Minas Gerais.
Longe de tudo, longe de todos, nós teriámos cinco perfeitos dias só nossos. Ansiedade a mil, parecia que o tempo tinha parado ou no mínimo estava em câmera lenta.
Hotel reservado, passagens compradas, malas arrumadas, e lá vamos nós. Uhuuuuuuuuu \o/
Chegamos na rodoviária e os amigos já nos esperavam, primeiro bafo da viagem: a chega na recepção do hotel. A recepcionista faz o check in e me pergunta se meu marido em depois(já que minha reserva foi pra um casal), minha cara queija, todos riem e ela entende, ou ao menos finge que entende.
Eu acordei e agora não consigo mais dormir, já são mais de 3 da manhã e eu tenho que levantar as 6 hs pra ir pra faculdade. Pois é, as férias acabaram :/.
Pensando nas férias, ou no fim delas, que seja. Resolvi postar aqui algumas fotos de algumas viagens/férias, não todas, mas as mais recentes.
Porém, fica para a próxima postagem.
:P
As vezes eu tenho tantas coisas pra dizer, mas eu não sei o que dizer....
Tá chegando o dia, rever as pessoas que eu amo e estão longe, respirar outros ares, espairecer... Parece tudo muito bom né?
Afinal, já tem um ano que não vejo meus sobrinhos que tanto amo, minha afilhada nasceu e eu to louca pra ver aquela bochechudinha... Mas quando eu paro pra pensar que vou ficar dez dias sem a minha princesa, dez dias se tornam longos dez dias.
Aí eu fico com o coração apertado, com um saudade antecipada, com uma vontade de não desgrudar dela...
Quero tanto que chegue logo o dia pra viajar, mas também quero que chegue logo o dia de voltar. Só pra eu ter aquele melhor abraço do mundo.
Eu acordo no meio da noite, me bate uma vontade enorme de ouvir aquela voz dengosa que só ela tem. Ligo e logo esboço um sorriso todo bobo só por ouvir ela me chamar de "Momoi".
Poucas palavras, sonolentas, alguns "eu te amo" e logo um boa noite e dorme bem. Mas é quando desligo que tudo desaba, quando eu olho pro lado e não tenho aquela vozinha no meu ouvido, aquelas mãos a me fazer cafuné, aquele corpo perto do meu, aqueles pezinhos chatos me perturbando, aquele cheiro que só ela tem.
Então numa mensagem ela faz com que todas as lágrimas que eu estava tentando conter surgissem sobre meus olhos. Foi como se ela tivesse lido a minha mente, sentido o que eu senti...
E agora eu estou aqui, não consigo dormir, não consigo pensar em outra coisa a não ser nessa vontade imensa de tê-la todos os dias e todas as noites ao meu lado.
É isso, só pode ser.
Ando numa TPM constante, ando chata o tempo todo, sensível o tempo todo. Tudo me irrita, tudo me stressa, tudo me deixa triste...
Além de não ter um trabalho, agora chegam as férias da faculdade e me restam então 24 horas do meu dia pra ficar aqui. As vezes quero tanto ir viajar, pra matar a saudade dos meus bebês(sobrinhos e afilhada),pra sair um pouco daqui.
Mas quando eu me lembro que não terei a minha princesa comigo, parece que um vazio toma conta de mim. Vai ser a primeira vez que vou ficar tantos dias sem vê-la, dez longos dias.
Achou que vo levá-la na mala, afinal ela cabe né... rs.
Acho que na verdade tudo que eu preciso é do fim dessas férias, pra tentar ir atrás de um trabalho... mudar os planos e a rotina....
Dia dos namorados também é "Dia das namoradas".
E hoje, por mais que tenha sido simples demais, foi perfeito demais. Além da semana de provas, minha princesa trabalha a tarde, ou seja, teriámos o intervalo da minha saída da faculdade até a entrada dela no trabalho.
Tinhamos programado aquele almoço gostosinho, num restaurante legal... só nós duas. Mas mudança de planos e viemos pra casa.
Fui deixar a minha princesa toda linda, de cabelo lisinho (porque ela ainda resiste a minha ideia de progressiva, rs). Enquanto isso lasanha no forno, arrozinho branco, soltinho...
Pouco tempo, mas perfeito. Mas sabe, perfeito mesmo foi o caminho de ida até a minha casa. Onde eu fiquei a olhando o tempo todo, como se quisesse decorar cada parte do seu rosto, pra sempre me lembrar dela.
Não que eu me esqueça, até mesmo porque eu já sei onde fica cada pinta, cada machinha daquele rosto com olhar de gatinho de Shereek que eu amo. Mas eu queria poder olhar, contemplar, admirar tudo aquilo que é meu.
E ela ali, me olhava com aqueles olhos com um brilho que é só meu, com um jeito todo meigo que é só dela, num momento que foi só nosso. Com todas aquelas pessoas em volta, mas que naquele instante, só existiu eu e ela.
Quando ela se foi, eu fiquei ali vendo o ônibus sumir, levando aquilo que eu tenho de mais valioso no mundo. Como se um pedaço de mim fosse junto e que só vai voltar quando ela estiver nos meus braços de novo, que vai ser ainda mais perfeito quando ela não tiver mais que ir.
Foi o nosso primeiro dia das namoradas junto, o primeiro de uma vida toda.
(Escolhi alguma das minhas fotos preferidas pra postar aqui)
Gente, que frio é esse???
Eu tô aqui, sem a minha princesa...
Só querendo o seu cheiro no meu travesseiro, aquela mãozinha fazendo cafuné no meu cabelo, aquela vozinha no meu ouvido cheia de dengo...
Esse frio tá judiando, é sério.
Isso é tortura pra quem, assim como eu, não pode ter a namorada aqui todas as noites de inverno.
Tô de mau desse tempo feio, humpf.
Já tô até pensando em adiantar aquele pedido de casamento, será que rola???
Tá... tá... exagerei agora né, rs...
Mas seria bom poder ter a Pequena Princesa todas essas noites de frio e chuva...
Pra ver aquele filminho, estreiando nossa coberta de zebrinha nova, chocolate quente, pipoquinha, dengo....
Mooooooooooooooorrrrrrrrrrr
Tô te esperando!
Um dia nos conhecemos em um lugar comum
Desde o primeiro olhar já ficou guardado em mim
Te beijei, segurei sua mão, coração fez bum bum bum
Não me deixe, sinto que é amor sem fim
Não sou poeta, nem compositor
Preciso de você, pois não sei viver sem teu amor
Princesa linda de cabelo preto grande
Quero ser pra sempre sua pequena amante
Quero ser o guia, o sorriso, sua direção
Se te magoei, por favor! Só te peço perdão
Um minuto longe estou correndo perigo
Desejo seu abraço, meu maior abrigo
Entre o céu e a terra não existe solidão
Cada beijo profundo sinto sua respiração
Quero ser sua completa estrela, o sonho apaixonado
Quero você na minha vida, pra sempre do meu lado
By Pequena Princesa
Agora me diz, se eu não tenho a melhor namorada do mundo?
Todos os dias eu entro, leio, releio, vejo as atualizações dos blog's que eu sigo...
Mas tenho escrito muito pouco, na média de três post's por mês. Achei muito pouco!
Então, decidi que vou tentar escrever mais, nem que seja só pra indicar algo que eu li, ouvi, vi e gostei. Que seja pra fazer as mais belas declarações para a minha princesa, pra contar as histórias mais engraçadas que ela me faz passar, pra dizer o quanto ela é importante e até mesmo pra dizer o quanto ela me faz falta toda as noites que não a tenho do meu lado.
Á propósito, o próximo post será algo que ela escreveu e não eu, tá?
É um poema que eu ganhei de presente de aniversário e que eu simplesmente ameiiiii.
Tudo bem que já faz quase um mês que eu aniversariei, mas tá valendo...
Beijos pra quem lê... e acreditem, vou me esforçar!
Há exatamente 257 dias eu tenho a melhor namorada do mundo. Aquela que me pede em namoro todos os dias, aquela que pelo menos umas cinco vezes ao dia me surpreende quando do nada me diz:
- Momoi, você quer namorar comigo hoje?
- Princesa, você quer namorar comigo hoje?
- Neném, você quer namorar comigo hoje?
- Minha Fiona, você quer namorar comigo hoje?
- Mor, você quer namorar comigo hoje?
Já não sei dizer quais são todas as formas que ela encontra pra me pedir em namoro e cada vez parece que é diferente de todas as outras. Em 257 dias sendo pedida em namoro aproximadamente cinco vezes, dá aproximadamente umas 1285 vezes.
E eu não me canso, as vezes até sinto falta quando passo tempo demais sem ouvir aquela voz toda dengosa no meu ouvido querendo ser, mais uma vez a minha namorada.
E em quase todas elas a resposta é sim, quase todas. As vezes ela não merece sabe, aí eu digo não.
Só que não aguento por muito tempo, logo estou eu dizendo sim, sim e sim pra Minha Pequena PRINCESA.
Porque a PRINCESA ama PRINCESA.
Eu: Oi gatinha!
Ela: Oi moça, tudo bem?
Eu: Tudo sim, quantos anos você tem?
Ela: Você diria que tenho quantos anos?
Eu: Tem cara de novinha, te daria uns 15 anos.
Ela: Ah, brigada pelo novinha, mas tenho 20...
Eu: Ainda assim, é novinha, rs. Namora?
Ela: Não, mas tô procurando.
Eu: Não precisa mais procurar, já me encontrou.
Ela: Já achei várias pessoas e até o momento não encontrei a certa.
Eu: Posso não ser a certa, mas se eu for a errada, a gente vai tentando até acertar. Juntas.
Ela: Você bebe? Vou buscar algo pra nós bebermos enquanto conversamos.
Eu: Uma coca, quero estar sóbria a noite toda pra não perder um segundo sequer.
Ela: Ok, só um minuto. Você me espera? Adorei, você é linda!
Eu: Eu te esperei a vida toda, o que seriam alguns minutos a mais...
Ela: Mandou bem!
Eu: Você ainda não viu como eu mando bem (Safada modo on)
(Alguns minutos se passam e ela volta.)
Ela: Nossa, gostei desse lugar, gostoso aqui.
Eu: Bom aqui, tranquilo, me deixa mais próxima de você. Apesar da pouca iluminação, posso ver o quanto você é linda.
Ela: É... muito bom. E você, namora?
Eu: Ainda não, tô esperando você fazer o pedido.
Ela: Ah, eu?
(Sorriso tímido)
Ela: Mas primeiro quero fazer uma coisa, posso?
Eu: Pode, eu acho.
(Ela se aproxima, segurando meu rosto me dá um beijo delicado e após vem o silêncio juntamente com um sorriso bobo.)
Eu: Você fez meu coração disparar.
Ela: O meu também, a primeira vez.
Eu: Nunca senti isso, foi diferente de tudo.
(Horas depois)
Eu: Ainda estou esperando você me pedir em namoro ou você ainda não percebeu que eu sou a mulher da sua vida?
Ela: Quer namorar comigo?
Eu: Posso te responder no cafe da manhã?
Ela: Vamos?
E fomos.
Eu me divirto com as SMS da minha namorada. Viajamos legal, rs.
... que você tivesse um pouco mais de coragem por mim, por você, por nós.
Hoje, depois de muito tempo eu parei pra pensar naquelas pessoas que não vejo ou não falo há algum tempo. Pensei comigo, como pode amigos jurarem amor e lealdade eterna, sendo que em tão pouco tempo, talvez até menos do que se levou pra construir aquela amizade verdadeira, eles se esquecem de nós. Até tentei analisar se eu também, não haveria me esquecido deles.
Mas quantas e tantas vezes eu reservei alguns minutos do meu dia, pra mandar uma mensagem, pra ligar e ouvir nem que seja um "Oi, tudo bem?"? Sim, eu fiz isso inúmeras vezes e ainda faço, mesmo não acreditando mais em todas aquelas juras.
Faço porque sinto imensa falta, porque as vezes tudo o que eu mais quero é poder saber como anda a sua vida, ou porque eu precise desabafar com alguém que eu sei que me entende, as vezes eu quero ouvir conselhos, quero chorar ou apenas um silêncio pra me confortar. E me vejo no direito de exigir sim!
Afinal, pra que servem os amigos?
Pra viver de sorrisos, festas, bebidas, saídas, piadas, segredos, confusões e turbilhões? Sim, é pra tudo isso e muito mais, mas também para o restante de toda uma amizade que se baseie em cumplicidade, lealdade, companheirismo, amor e confiança.
Se eu errei, por favor me diga onde. Me diz o que eu tenho que fazer pra fazer com que as coisas voltem ao normal, pra que eu possa ter os meus amigos de volta, aqueles que eu sempre tive no meu lado e que agora eu me pergunto onde eles se encontram.
Eu sei que não sou perfeita, além de ser humano, eu sou muito falha e por muitas vezes fraca. Por muitas vezes eu pensei só em mim, fui egoísta, ciumenta, individualista e tantas outras coisas que eu sei que eles conseguiram e ainda conseguem enxergar em mim.
Mas eu posso melhorar, eu sei que consigo. Desde que vocês estejam perto, porque eu amo e preciso daqueles tanto me são importantes.
Só que tem uma hora que a gente cansa e se acostuma. E eu, to começando a me acostumar com a ausência de um tanto de gente.
O dedo movia-se ansioso.
Sabia o caminho.
Seguia a buscar a umidade que lhe faltava.
O dedo. O dedo amava.
O dedo doava-se ao escuro: clamava por acariciar, por atender ao chamado que, sem ouvidos, ouvia.
O dedo cumpria a missão do amar-sem-jeito.
Como um recurso de diálogo aonde não são permitidas as palavras.
Ao dedo, restava entregar-se à sua função rotineira, como as especialidades que todos têm e que não entram nos currículos.
Em que o dedo era bom? Ser dedo.
E assim tornava-se superior ao resto do corpo que habitava.
Corriqueiro, como um bom amigo, o dedo furtava seu caminho entre as cobertas: conhecia tudo.
E orgulhoso de sua segurança, o dedo movia-se como ao vento, leve e brincalhão.
O dedo tocava com um desdenho natural: fora criado para o toque.
E por isso mesmo era especialista: era seu próprio diploma.
E o que não soubesse, curioso, inventava.
E arrastava-se então pela pele úmida: ora lento, ora acelerado, a cochichar suas carícias e a arrancar confissões.
Cheio de alegrias guardadas, o dedo sorria seu sorriso nos lábios que tocava.
01:00 hr da madrugada me bateu aquela vontade de tomar uma coca-cola bem geladaaaaaa. Peguei meu copo preferido, aquele que cabe bastante coca rs, enchi quase até o fim, só deixei um espacinho pra colocar o gelo.
Abri o congelador e fui retirar os cubinhos de gelo pra ficar ainda mais perfeita aquela coquinha. Mas, pra minha surpresa, as forminhas estavam vazias.
Pior de tudo é que não dava pra ficar brava, afinal de contas a mania de pegar o gelo e nunca encher as formas é de quem? Minha, minha e minha.
Foi aí que me lembrei de todas as vezes que a minha mãe brigou comigo por causa disso, sempre que chegava alguém em casa e ela resolvera servir algo com gelo e tinha que sair correndo nas vizinhas pra ver quem arrumava um pouco de gelo pra ela.
Me peguei rindo sozinha e lembrando de outras coisas idiotas as quais minha mãe sempre brigava comigo. Lembrei de quando ela me pedia pra lavar o banheiro, eu ia lá e lavava o vaso, a pia e o chão e então ela vinha gritando que eu nunca lavava as paredes e me fazia voltar e lavar tudo de novo.
Lembrei também de quando ela queria que ela lavasse a louça do almoço e eu enrolava o dia todo e no fim da tarde ela toda brava, quase bufando de raiva falava pela milésima vez que era pra eu lavar e eu olhava toda dengosa e dizia;
- Mãe, posso assistir Malhação primeiro?
Eu era viciada, ainda na época em que Malhação se passava numa academia, quando Malandragem era tema de uma das personagens...
E ela me olhava com aquele sorriso sem graça, meio bravo, meio com dó e dizia que assim que terminasse se eu não levantasse a bunda do sofá ela me deixaria com a bunda doendo aí ela queria ver eu pedir pra assistir malhação e não conseguir sentar.
Eu ri demais, sozinha, mas ri.
Teve uma vez, era um sábado, dia de faxina em casa. Tudo que eu queria era dormir até tarde por ter ido dormir de madrugada e ela batendo na minha porta pra poder limpar meu quarto e ajudá-la.
Ouvia-se todo tipo de ameaças, vou queimar sua televisão, vou desligar o relógio de energia todas a noites, você vai ficar de castigo e não vai sair de casa por um mês, mas nenhuma delas me animou o bastante pra sair da cama.
Foi então que de repente senti algo gelado escorrendo no meu lençol, não podia ser xixi porque além de quente, ele viria de baixo. Quando tirei o edredom de cima da cabeça, descobri que minha mãe tinha me jogado uma caneca de água gelada.
Eu fiquei brava, sem razão mas fiquei. Afinal, era eu que teria de dormir depois no colchão molhado, humpf.
Sem contar as vezes que ela me fazia pular o muro, por além de chegar tarde, ter esquecido de levar a minha chave.
Lembranças, são tantas, boas e ruins, engraçadas, idiotas... Mas todas elas me trazem uma sensação boa de que a minha mãe, em todos os momentos, foi a melhor do mundo.
Parece até absurdo, mas essa semana não havia nem ao menos 5 minutos que eu tinha deixado a minha princesa no ponto de ônibus e uma saudade imensa e invadia o peito. Senti um desespero, um vazio, uma falta e uma enorme vontade de chorar.
Como se cada segundo longe, se tornasse uma eternidade, um tempo sem fim. Eu só queria voltar correndo pra tê-la de novo em meus braços, só queria abraçá-la e dizer que nunca mais teriámos que dizer "tchau".
Meu Deus, isso tem tomado conta de mim. Não me vejo em um mundo sem ela....
Nossa.... romantiquinho demais hauahuahauhaua
Mas é assim que tenho me sentido, coisa que eu não me lembro de ter sentido antes. Me lembro sim, de ter uma saudade grande, uma vontade de estar perto, mas nada parecido com o que sinto agora.
É como sempre digo: "é diferente de tudo que eu já vivi". Só que a cada dia me surpreendo mais, me conheço menos, só que também sinto mais, quero mais, sou feliz por demais.
Meu domingo tava bom demais... Namorada veio me ver, aquele dengosinho todo... amorzinho gostoso.
Tava perfeito.
Assim eu achava que estava né... até o momento em que meu celular resolve saltar do meu bolso e dar um mergulho no vaso sanitário, juro, ele cometeu suicídio.
Peguei ele lá de dentro, molhadinho(ainda bem que nem tinha usado o banheiro, ufa), tirei a bateria, o chip, cartão de memória e sequei um pouquinho com o secador no ar frio. Então deixei ele lá, abandonado, sozinho e de castigo.
Sim ele tá de castigo, como ousa se jogar na água desse jeito, nem tava calor. E outra, ele nem sabe nadar.
Será que ele tava cansado dessa vida? Poxa, eu até deixava ele cair algumas vezes, tava com um machucadinho na tela, mas de uma coisa eu tenho certeza: não lhe faltava carinho e atenção.
Eu o carregava pra todos os lados, levava ele comigo pra onde quer que eu fosse, não desgrudavámos e de repente do nada ele resolve me deixar?
Tô me sentindo abandonada, humpf.
Desse jeito vou ser obrigada, mesmo contra minha vontade a trocá-lo por outro. Bem feito, quem mandou fazer isso comigo.
Foda vai ser ter que esperar dois dias úteis até o novo membro da família chegar, como eu vou trocar mensagens melosas com a namorada, ouvir aquela vozinha dengosa que só ela tem... Boas lembranças daquele ingrato, mas agora quer saber?
A fila anda... adeus celular...Se bem que eu acho que ele quis dizer adeus antes de mim né...
To brava, brava, muito brava. Humpf.
Se você vai criar um blog, um diário virtual onde todas as pessoas do mundo podem ter acesso, pra que bloquear? Vai escrever em agenda então, aff.
Tenho a mania de entrar num blog que supostamente eu ache interessante, logo depois fico fuçando nos preferidos e vou lá dar uma olhadinha.
Mas se tem algo que me dá nos nervos é aquela mensagem de que o blog é só pra convidados... grrrrrr
Mas, vamos á né... dos que gosto, coloco aqui no "Experimenta" para que vocês também possam se animar, criticar, ler e se empolgar um pouquinho.
Título meio estranho pra um blog, não é mesmo?
Mas eu tentei inúmeras possibilidades, mas todas elas davam como não disponível. Queria algo relacionado ao meu nome, ao meu apelido, mas todas as minhas tentativas foram em vão.
De repente, me veio uma idéia um tanto louca.
Já que aqui, vou relatar coisas do meu dia a dia, da minha vida, das minhas lembranças... Por que não usar algo que faz parte de mi?
Pra poder explicar esse meu motivo, tenho que de imediato contar-lhes algo, que pra uns não será novidade alguma, pra outros um absurdo e para os demais, nada demais. Então, sou lésbica, gosto de mulher e é isso o que eu quero pra mim.
Sendo assim, o título Princesa e Princesa, é devido aos apelidos carinhosos que minha namorada e eu temos: Pequena "Princesa" e "Princesa" Azul.
Idiota demais, meloso demais... seja como for, é meu.
E na verdade nem sei bem sobre o que eu vou querer escrever aqui. Pode ser que algum dia eu esteja puta da vida e vá querer mandar o mundo pros ares, pode ser que eu resolva fazer uma declaração de amor pra mulher da minha vida, pode ser também que eu queira apenas contar uma lembrança boa que eu tive...
Sei lá... pra quem quiser ler, sejam bem vindos.
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